domingo, 25 de março de 2012

Produção de vassouras feitas de garrafas Pet gera renda


Reciclagem é a palavra de ordem para preservarmos a natureza ao máximo e garantirmos um mundo mais saudável. E quando esta ideia vem aliada a iniciativas empreendedoras, a credibilidade é adquirida não apenas pela responsabilidade sócio-ambiental, mas também pela inovação. Em Patos, sertão da Paraíba, as garrafas Pet coletadas nas ruas, que antes iam parar no lixão, hoje geram renda não apenas para coletores, mas para uma rede de associados e suas famílias. 

Com auxilio do Sebrae, da Cooperativa Agrícola Mista de Patos, a Campal, e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Patos, várias iniciativas semelhantes desenvolvidas pelo país foram conhecidas e pesquisadas para que se fosse montado um piloto. A ideia foi conhecida no município de Maracaçumé, no Pará, que mantinha unidades de produção em comunidades pobres da Região gerando renda para os povoados carentes. Já no Rio Grande do Norte foram visitadas duas cooperativas. 

A produção destas vassouras nestas unidades visitadas era bastante artesanal. Para iniciar a produção sustentável em Patos foi necessária a criação de máquinas e adequação de outras para otimizar a produção. Mecânico industrial de profissão, João Dias, convidado pelas instituições por reconhecerem suas habilidades, começou a fabricar, no quintal de sua casa, as máquinas. 

“Visitamos outras fábricas deste mesmo produto e estamos um pouco à frente em relação ao maquinário dessas outras. Buscamos nos aperfeiçoar ainda mais, chegando a restaurar algumas máquinas que eram utilizadas neste processo e fazendo melhorias nelas. Foi um investimento em longo prazo, mas que já nos tem rendido bons frutos”, comemorou João. 

O mecânico abraçou a ideia e descobriu no lixo uma opção de renda para ele e para a comunidade do município. Fabricando cerca de 100 vassouras por dia, com média de três a quatro pessoas operando na produção, o dinheiro arrecadado possibilita o pagamento de um salário mínimo para cada uma das pessoas envolvidas na fabricação do item e um lucro médio de R$ 1 mil para o administrador. 

Os resultados gerados em torno dessa produção tem sido satisfatórios, no que se refere um âmbito criativo, rentável e de estímulo à preservação do meio ambiente. Gerente da Agência Sebrae em Patos, Aldo Nunes, celebra o sucesso do negócio. “Importamos a tecnologia da fabricação e conseguimos fazer com que uma empresa de Patos passasse, não apenas a fabricar as vassouras, mas a ser produtora da máquina com um maior aperfeiçoamento".


sábado, 24 de março de 2012

Impactos Ambientais



Impacto ambiental deve ser entendido como um desequilíbrio provocado por um choque, um "trauma ecológico", resultante da ação do homem sobre o meio ambiente. No entanto, pode ser resultado de acidentes naturais: a explosão de um vulcão, o choque de um meteoro, um raio, etc. Mas devemos dar cada vez mais atenção aos impactos causados pela ação do homem. Mas quem é esse homem genérico, agente vago que muitas vezes é responsabilizado por tudo? Quando dizemos que o homem causa os desequilíbrios, obviamente estamos falando do sistema produtivo construído pela humanidade ao longo de sua história. Estamos falando particularmente do capitalismo.
Podemos diferenciar os impactos ambientais em escala local, regional e global. Podemos também separá-los naqueles ocorridos em um ecossistema natural, em um ecossistema agrícola ou em um sistema urbano, embora um impacto, à primeira vista ocorrido em escala local, possa Ter também conseqüências em escala global. Por exemplo, a devastação de florestas tropicais por queimadas para a introdução de pastagens pode provocar desequilíbrios nesse ecossistema natural: extinção de espécies animais e vegetais, empobrecimento do solo, assoreamento dos rios, menor índice pluviométrico, etc., mas a emissão de gás carbônico como resultado da combustão das árvores vai colaborar para o aumento da concentração desse gás na atmosfera, agravando o "efeito estufa". Assim, os impactos localizados, ao se somarem, acabam tendo um efeito também em escala global.

Os principais impactos ambientais no mundo hoje: 

Desmatamento de florestas 
-  Poluição com agrotóxicos
-  Erosão 
O efeito estufa 
- Destruição da camada de ozônio 
Inversão térmica 
Ilhas de Calor 
- Chuva ácida 


quarta-feira, 21 de março de 2012

Lixo eletrônico: novo problema ambiental


                                
Já não basta o desmatamento, a poluição do ar, da água e do solo, a disposição inadequada dos resíduos sólidos domésticos e industriais, surge agora um novo problema ambiental: o lixo eletrônico.
Afinal, quais os problemas ambientais acarretados pelo lixo eletrônico? Leia no texto abaixo.
Lixo eletrônico: uma montanha de problemas
Por Stephen Leahy, da IPS
As montanhas de perigoso lixo eletrônico crescem cerca de 40 milhões de toneladas ao ano. No Brasil, China, Índia e África do Sul, o crescimento desses resíduos ficará entre 200% e 500% na próxima década, afirma um novo estudo. Esse aumento inclui apenas os restos de televisores, computadores e telefones celulares de uso interno, e não as toneladas de lixo eletrônico exportadas para esses países, a maioria de forma ilegal. As vendas de produtos eletrônicos no varejo explodiram nas economias emergentes, mas não há capacidade para recolher os restos, reciclar conteúdos tóxicos e convertê-los em materiais valiosos, afirma o estudo “Recycling – from E-waste to Resources” (Reciclando – de Lixo Eletrônico a Recursos), divulgado segunda-feira em Bali, na Indonésia.
A publicação coincide com uma reunião do Convênio da Basiléia sobre Controle de Movimentos Transfronteiriços dos Dejetos Perigosos e sua Eliminação, que começou segunda-feira. Os restos de telefones celulares serão, em 2020, sete vezes superiores aos de 2007 na China, e 18 vezes maior na Índia. A China já produz 2,3 milhões de toneladas, atrás dos Estados Unidos, com cerca de três milhões de toneladas. E apesar de proibir a importação deste lixo, a China continua sendo o principal destino destes resíduos procedentes dos países ricos.
“Este informe mostra a urgente necessidade de estabelecer processos obrigatórios, formais e ambiciosos para recolher e disponibilizar este lixo em instalações amplas e eficientes na China”, disse em Bali o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner. “Não é só a China que enfrenta este desafio. Brasil, Índia, México e outras nações também vivem riscos ambientais e sanitários se a reciclagem destes resíduos tóxicos ficar em mãos do setor informal”, acrescentou.
Não se trata da necessidade de desmontar manualmente os aparelhos eletrônicos, que de fato é uma tarefa essencial em muitos casos, diz Ruediger Kuehr, da Universidade das Nações Unidas e secretário-executivo da iniciativa Solving the E-waste Problem (StEP – Resolvendo o Problema do Lixo Eletrônico), um consórcio de organizações não governamentais, indústrias e governos. Mas o desmonte manual deve ser feito de maneira apropriada, em condições ambientais corretas, disse Kueher à IPS de seu escritório em Hamburgo (Alemanha). “A reciclagem eletrônica é muito complicada. Um telefone pode ter entre 40 e 60 elementos diferentes”, ressaltou.
O ouro é um desses elementos valiosos, e a reciclagem informal, praticada na China e na Índia, consegue extrair apenas 20% desse metal. No total, há centenas de milhões de dólares nos celulares que nunca são recuperados, disse Kuehr. As somas aumentam rapidamente para milhares de milhões de dólares de valiosos metais não recuperados quando são considerados os componentes das baterias.
Explorar e refinar novos metais, prata, ouro, paládio, cobre e outros, tem grande impacto ambiental, como uma grande quantidade de gases-estufa lançados na atmosfera, diz o informe. E alguns materiais estão se tornando escassos e, por isso, mais caros. O desenvolvimento de um sistema nacional sólido de reciclagem é complexo, e somente na base de financiamento e transferência de tecnologia do mundo rico não funcionará, segundo o documento. A falta de uma ampla rede de coleta destes resíduos, somada à competição do setor informal de baixo custo, impede o desenvolvimento de modernas unidades para esta atividade.
O informe, realizado em coautoria pela suíça Empa, Umicore e Universidade das Nações Unidas, todos membros do StEP, propõe facilitar a exportação de porções de produtos, como baterias ou paineis de circuitos de países pequenos para as nações da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), processadoras finais certificadas. As unidades de recuperação de materiais na Europa e América do Norte, que podem extrair quase todos os metais valiosos, são muito caras e precisam processar uma grande quantidade de lixo eletrônico para serem rentáveis.
Aí está a oportunidade de dar a volta na cadeia de fornecimento, com as nações em desenvolvimento desmontando seus produtos eletrônicos e enviando os materiais para a reciclagem final e recuperação no mundo rico, segundo Kuehr. “Recuperar elementos raros e valiosos, como o irídio, representa um difícil processo técnico. O mundo em desenvolvimento nunca terá recursos suficientes para construir suas próprias fábricas. É necessária uma solução global”, afirmou. Porém, há muitos impedimentos para semelhante solução, inclusive o fato de alguns setores, de vários países, estarem fazendo muito dinheiro graças à atual ineficiência, acrescentou Kuehr.
A classificação adequada do material (um computador que não funciona deve ser descartado ou pode se consertado facilmente e continuar em uso?) e um acordo internacional para estabelecer permissões são outros grandes obstáculos. Também existe a desconfiança sobre as declarações dos recicladores, a falta de certificação e de certeza de que os países que desmontam os produtos serão beneficiados ao enviá-los às nações da OCDE para sua recuperação final.
“Precisamos de um sistema global, mas não temos uma solução final sobre como chegar a isso”. Definitivamente, a sociedade mundial precisa avançar para a desmaterialização, onde o reuso domine completamente a reciclagem, que é intensiva em energia e recursos, mesmo quando não seja contaminante, segundo Kuher. As pessoas que compram computadores ou telefones celulares querem, na realidade, serviços de informática e comunicações, não produtos físicos. O caminho para o futuro é que as empresas tenham os produtos que ofereçam esses serviços e os atualizem uma e outra vez, fechando o círculo. “Isto tem mais sentido em muitos aspectos”, concluiu Kuehr.

Dicas de Produtos naturais para limpeza doméstica


Existem diversas substâncias caseiras naturais que podem substituir produtos químicos agressivos usados no dia a dia da limpeza doméstica.
Isso é importante porque o uso de substâncias caseiras é mais ecológico, menos agressivo a saúde humana e ao meio ambiente, e evita a contaminação dos recursos hídricos.
Veja abaixo as dicas de produtos naturais que podem ser usados na limpeza doméstica:
Casca de limão seca é bom para manter as traças longe de armários e roupas.
Vinagre branco é bom para remover ferrugem, mofo, manchas no tapete, sujeira de banheiro e para tirar cheiro de peixe de utensílios. Basta diluir em água.
Bicarbonato de sódio é bom para limpar geladeira (tirando o cheiro), garrafas térmicas, limpar o forno e limpeza em geral, pois tem ação fungicida.
Limão espremido e gelo é bom para limpar superfícies engorduradas.

Iluminação reciclada: opção para o reaproveitamento de lâmpadas


Vídeo sobre a reciclagem de lâmpadas fluorescentes e reatores, transformando-os em lâmpadas LED.
Uma grande inovação ecológica para a destinação correta e reaproveitamento destes resíduos tóxicos, e tão poluentes, que são descartados de forma errada no Brasil. Vale a pena assistir e conhecer o projeto.

terça-feira, 20 de março de 2012

Importância da reciclagem no Meio Ambiente


A reciclagem é essencial para o futuro do nosso planeta, para o meio ambiente que já sofreu demais nas mãos dos seres humanos que não pensam no futuro, por que toda a matéria prima não é infinita pode acabar a qualquer hora, principalmente os derivados do mineral do ferro. Esses derivados do mineral do ferro têm várias utilidades na vida do ser humano que sofreria para viver sem energia elétrica, mas esse é apenas um dos problemas que podem ser enfrentados com o fim desses derivados que continuam sendo extraído do meio ambiente.
Então entra a reciclagem, se você não joga fora os materiais, por exemplo, que são de ferro e alumínio juntamente com materiais orgânicos você esta jogando fora um recurso natural que pode acabar, pois ele poderia ser aproveitado, assim diminuindo a extração desse mesmo material que pode acabar no futuro, então antes de jogar qualquer tipo de matéria tem que pensar muito no meio ambiente, porque o meio continuará sofrendo de várias formas possíveis.
Mas em todos os tipos de materiais que podem ser reciclados deve se fazer isso, por que alem de contribuir para uma extensão dessas matérias primas você deixa o planeta mais limpo, e viver num planeta limpo seria um sonho para cada uma daquelas pessoas que já estão cansadas de tanta poluição nos dias atuais. Essas pessoas que sonham em viver num planeta limpo devem reciclar vários materiais recicláveis, quem não souber reciclar pode levar para aquelas instituições que sabem reciclar qualquer tipo de material reciclável.
As pessoas que reciclam estarão ajudando demais o meio ambiente que já poluído de várias formas pelos seres humanos, esses que poluem não devem estar pensando as próximas gerações que podem nascer num planeta tomado pela poluição causada pelo seu pai ou ave que não pensou no futuro, é por esse motivo que todos devem pensar no futuro dos seus filhos e netos, mas devem pensar logo nessas gerações que podem nascer num planeta completamente limpo, só que para isso acontecer precisam reciclar e não jogar nenhum tipo de lixo no meio ambiente.